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terça-feira, 26 de maio de 2015

A 14 meses para o Rio 2016, principal legado esportivo tem futuro incerto

          Faltam 14 meses para as Olimpíadas de 2016, e o futuro do Parque Olímpico, que está sendo erguido na Barra da Tijuca, ainda é incerto. As instalações permanentes formarão o Centro Olímpico de Treinamento após os Jogos, mas a responsabilidade sobre os custos de manutenção desse equipamento, maior legado esportivo do evento, continua em debate entre o COB (Comitê Olímpico do Brasil), o Governo Federal e a Prefeitura do Rio de Janeiro, proprietária da estrutura. Em um encontro com empresários em São Paulo, o prefeito do Rio, Eduardo Paes, afirmou que as conversas foram iniciadas para buscar um modelo de gestão para o centro de treinamento, mas evitou estabelecer um prazo para uma definição.
           - O Centro Olímpico de Treinamento é uma propriedade do Município do Rio de Janeiro. Estamos discutindo com o Governo Federal e com o COB, ver o que eles pretendem fazer. Aquela que for a melhor proposta é a que a Prefeitura vai fazer. Quem decide é a Prefeitura do Rio. Não acho adequado a Prefeitura bancar aquilo depois dos Jogos. Eu nem vou ser mais o prefeito. O centro é nacional, então não tem por que o carioca pagar por isso. O ideal é o modelo de gestão do COB, com algum incentivo do Governo Federal. Como essas coisas no Brasil são um pouco confusas, estamos tentando ajudar na construção de um modelo que permita a entrada de recursos privados, e a coisa possa se desenvolver independentemente dos ajustes ficais da ocasião - disse Paes, durante um seminário do Lide, grupo empresarial presidido por João Doria Jr., publicitário recentemente convidado para ser chefe de delegação da Seleção na CopaAmérica do Chile.
          O terreno em que o Parque Olímpico está sendo construído pertence à Prefeitura do Rio, que assumiu responsabilidade sobre a obra. Após os Jogos, parte do local dará espaço a um novo bairro, do tamanho do Leme. Por outro lado, as estruturas esportivas permanentes, como o velódromo e o centro de tênis, formarão o Centro Olímpico de Treinamento, que servirá à elite do esporte brasileiro na preparação para futuros Jogos Olímpicos. Por isso, Paes defende que o COB e o Governo Federal arquem com os custos da manutenção da estrutura esportiva.
         - Eu saio da Prefeitura logo depois das Olimpíadas, então estou tentando amarrar ao máximo possível esse legado esportivo para que não haja problemas na continuidade. Não quero equipamento esportivo parado depois dos Jogos, como aconteceu com o Pan. O legado esportivo é fundamental. Eu não queria nem ter construído o Parque Olímpico. Não é uma atribuição que deveria ser da Prefeitura, mas quando vi que a coisa estava estranha, a gente foi lá e fez. Eu não acho que deva ser responsabilidade da Prefeitura do Rio cuidar do Centro Olímpico de Treinamento, que fica como legado. Vai ser um centro de treinamento de alto rendimento do país, do Brasil, portanto, acho que deveria ser responsabilidade do COB e do Ministério do Esporte. Como estou vendo que a coisa não está muito clara, montamos um grupo para conversar e estamos desenhando esse legado esportivo - disse Paes.
          No encontro, o prefeito apresentou as Olimpíadas aos empresários como uma oportunidade de negócios. Ele ressaltou que 57% do orçamento de R$ 38,2 bilhões dos Jogos são de recursos privados, e que as verbas públicas estão direcionadas às obras de legado para a cidade, como a construção das novas linhas de metrô e BRT. Paes acredita que investimentos privados podem ajudar a arcar com a manutenção do Centro Olímpico de Treinamento.
         - O desafio do legado esportivo é definir um modelo que não dependa exclusivamente do poder público. Como o poder público vai cuidar de um campo de golfe se a gente capina muito mal os canteiros da cidade? Como vai cuidar de uma grama que exige tanta sofisticação. O próprio Centro Olímpico de Treinamento, se você entra em um momento de contingência orçamentária, a primeira coisa que vão cortar é o dinheiro dali. Temos de construir um modelo que seja permanente.
A intenção de Eduardo Paes era definir o modelo de gestão do Centro Olímpico de Treinamento até o fim deste semestre, mas o ministro do Esporte, George Hilton, já afirmou que a questão será decidida e anunciada no início de agosto, faltando um ano para os Jogos.
        Eduardo Paes também foi questionado sobre a onda de violência no Rio de Janeiro. O empresário Christophe Didier relatou o drama vivido por seu filho Victor, de 19 anos, que foi esfaqueado durante um assalto na Lagoa Rodrigo de Freitas em abril, problema que se repetiu na última semana com o médico Jaime Gold, que não resistiu aos ferimentos e morreu. O prefeito disse não se preocupar com a segurança durante as Olimpíadas, uma vez que a cidade terá um esquema especial de segurança, com a presença inclusive do Exército Brasileiro. Paes também se disse assustado com a violência no Rio e fez críticas ao policiamento na Lagoa, uma responsabilidade do Governo do Rio de Janeiro.
        - Não estou nem um pouco preocupado com segurança durante as Olimpíadas. O Rio faz com sucesso carnaval e réveillon todo ano, além de ter feito a Rio 92. Os Jogos são um grande evento, conta com grande contingente do Exército, da Polícia, da Aeronáutica... Minha preocupação com segurança é para antes e depois das Olimpíadas. A violência é uma chaga brasileira. No Rio, tem peculiaridades, como essa coisa do território dominado, de o Estado perder o monopólio da força. A Lagoa é bem iluminada, é limpa, mas falta policiamento. O que aconteceu na Lagoa Rodrigo de Freitas é falta a presença do Estado. São bandidos que estão esfaqueando com um grau de violência assustador. Lamento pelo Victor. Sou pai também, e adoro andar de bicicleta. Acho que precisa ter um momento de dizer: “Não vamos retroceder”.
        Eduardo Paes também comentou os possíveis efeitos do ajuste fiscal nas obras das Olimpíadas. Segundo o prefeito, as medidas do Governo Federal para cobrir o rombo nas contas públicas não terá consequências para o Rio 2016, apesar de o Ministério do Esporte ter sofrido um corte orçamentário de R$ 900 milhões na última sexta-feira. O prefeito explicou que são recursos privados 64% do orçamento de R$ 6,6 bilhões da Matriz de Responsabilidade (obras de instalações esportivas necessárias para os Jogos).
        - O ajuste fiscal não atrapalha as Olimpíadas, porque boa parte das obras não é paga com o dinheiro do Governo Federal. As que são (bancadas por verbas federais), a Prefeitura do Rio tem condições financeiras de adiantar recursos enquanto o dinheiro não vem - disse Paes.
        O prefeito do Rio de Janeiro ainda exaltou o legado das Olimpíadas de 2016 para a cidade-sede. Paes voltou a afirmar que a edição brasileira dos Jogos vai superar a de Barcelona, em 1992, que é considerada a mais bem sucedida da história no que se refere ao legado olímpico para a cidade.
        - Eu costumo dizer que nós vamos deixar Barcelona no chinelo. Para bom entendedor, isso quer dizer que vamos ter muito mais legado. Para cada real gasto com instalação de atletas, estamos gastando cinco com obras para a cidade. Temos desafios enormes. Nosso mantra é usar as Olimpíadas para mudar o Rio, para transformar a cidade. Neste momento, de um Brasil que volta a nos envergonhar no cenário mundial, de um Brasil da Lava Jato, de um Brasil de tanta coisa que nos incomoda, acho que temos que mostrar que o Brasil não é só isso. O Brasil também produz.
       Matéria: globoesporte.com

segunda-feira, 18 de maio de 2015

Parque Aquático Julio De Lamare pode ficar fora das Olimpíadas

            O parque aquático Julio De Lamare corre o risco de não ser usado nos Jogos Olímpicos de 2016. Governo estadual e Comitê Rio 2016 estão conversando sobre a possibilidade de levar as partidas da fase inicial do polo aquático para outro lugar. A questão seria "logística", de acordo com o governo, e ainda não há uma decisão oficial, nem uma alternativa de local. No entanto, o colunista Ancelmo Gois, de "O Globo", informa neste sábado que a decisão já foi tomada e que a disputa vai para Deodoro. O Julio De Lamare precisa de reformas para receber a competição, mas depende da definição do novo contrato com a concessionária. A fase final da modalidade segue no Estádio Aquático, que está sendo construído no Parque Olímpico, na Barra da Tijuca.

            A Casa Civil estadual espera decidir até o fim de maio definição um novo contrato com a concessionária que administra o Maracanã. O impasse começou em 2013, quando a administração de Sérgio Cabral decidiu não derrubar o estádio de atletismo Celio de Barros e o Julio De Lamare. As demolições estavam previstas no contrato para as construções de um shopping e de um edifício-garagem. Mas Cabral cedeu à pressão popular em meio às manifestações de junho e julho daquele ano. A concessionária alega que o lucro será menor, no que o governo concorda. A Fundação Getúlio Vargas está finalizando um estudo para novas bases. 

           Além da reforma do Julio De Lamare está prevista para as Olimpíadas a construção de duas quadras de aquecimento para o Maracanãzinho, exigência da Federação Internacional de Vôlei. Elas ficarão na frente do terreno da Escola Friedenreich, que também escapou da demolição. A concessionária também vai arcar com a construção do Museu do Maracanã e do novo Célio de Barros, neste caso, depois das Olimpíadas. 

Matéria: globoesporte.com

Maracanã não terá obras para a cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos


            O caixa esvaziado do estado e a falta de argumentos para justificar uma nova obra — após uma reforma que custou R$ 1,2 bilhão aos cofres públicos para um “novo” estádio para a Copa do Mundo — devem fazer com que a Cerimônia de Abertura dos Jogos Olímpicos de 2016, no Maracanã, não tenha o gigantismo de edições anteriores. O plano, que frustra alguns cenógrafos envolvidos na operação, pretende resolver uma equação que tem, de um lado, o necessário glamour de um grande espetáculo televisivo, e, de outro, as dificuldades estruturais de fazer a festa em uma arena que não foi projetada para ser um estádio olímpico.
            Para o espetáculo de abertura, que poderá ser assistido por mais de um bilhão de telespectadores, já se desejou o alargamento de quatro dos cinco túneis do estádio ou a construção de um novo, com cerca de 15 metros de largura. Porém, a 445 dias para abertura, organizadores e responsáveis técnicos admitem, reservadamente, que a festa deverá ocorrer sem nenhuma obra permanente. Em 8 de abril de 2013, quando o Maracanã estava em obras para a Copa das Confederações, um documento da Rio-2016 para o então secretário da Casa Civil, Regis Fichtner, vazou. Neste ofício, de 7 de novembro de 2012, o comitê solicitava a ampliação de quatro túneis em um metro de largura e em quase 3 metros de altura.
Complexo do Maracanã

             Os rumores de uma obra aumentaram, apesar da negativa das partes.
Para adequar o Maracanã, serão feitas intervenções temporárias caras e de grande porte, obrigatórias para garantir ao evento um padrão olímpico. Mas, hoje, a promessa é que tais estruturas, especialmente para dar suporte à iluminação da festa, sejam pagas com dinheiro privado. Segundo fontes presentes a uma reunião entre o governo e a concessionária que administra o estádio, o governador Luiz Fernando Pezão disse que “não poria mais nenhum real no Maracanã”.
             — O custo de uma nova reforma para apenas quatro espetáculos (abertura e enceramento olímpico e paralímpico) não se justificaria. O Brasil não é um emirado árabe. Este é um princípio que será usado. O custo da abertura do Rio, até onde eu sei, será umas 10 vezes menor do que o custo de Pequim e um terço do de Londres (que foi de cerca de R$ 127 milhões) — disse o cineasta Fernando Meirelles, um dos três diretores artísticos da cerimônia. — Seria uma delícia torrar dinheiro em milhares de truques tecnológicos, mas não faria sentido. O mundo não está mais numa época onde a extravagância seja desejável e faça sentido. Creio que para o COI esta mudança de paradigmas de custo seja uma boa notícia. Estas cerimônias estão ficando tão astronomicamente caras que já deve estar difícil encontrar países que queiram e consigam sediar os Jogos .
              A disputa pela obra no Maracanã tem como pano de fundo o acesso ao gramado, seja para o desfile de quase 12 mil atletas ou para o fluxo adequado de alegorias. O portão principal, usado para a entrada de jogadores de futebol, é estreito. É possível que a entrada dos atletas seja feita por mais de um túnel, como alternativa para driblar a ausência de uma pista de atletismo, permitindo a vazão dos milhares de atletas que participarão do espetáculo. Já o uso de um palco suspenso, como recurso de deslocamento de materiais e pessoas, poderia inviabilizar o uso da grama para as partidas de futebol dos Jogos.

Matéria: Jornal O Globo

segunda-feira, 27 de abril de 2015

Rio pode adotar rodízio de carros durante os Jogos Olímpicos e Paralímpicos de 2016

      O prefeito Eduardo Paes poderá decretar rodízio de veículos no Rio, conforme o final de placa, durante os Jogos Olímpicos (5 a 21 de agosto de 2016) e Paralímpicos (7 a 18 de setembro). A ideia é restringir o acesso de automóveis em vários pontos da cidade numa tentativa de reduzir em 25% o volume de veículos em circulação nos períodos de realização dos eventos. Além disso, não está descartado que o município decrete feriados para garantir a circulação de delegações e atletas em compromissos relacionados aos jogos antes mesmo das Olimpíadas. As propostas constam de um projeto encaminhado por Paes ao legislativo e divulgado na sexta-feira no Diário Oficial da Câmara.

      Paes já havia afirmado que decretaria feriados nos dias 5 (data da cerimônia de abertura) e 18 de agosto (triatlo). Mas, no “Ato Olímpico” encaminhado ao legislativo, porém, Paes deixa em aberto a possibilidade de decretar feriados em qualquer evento que tenha relação com os Jogos. A proposta abre margem para que feriados sejam decretados, por exemplo, nos eventos-teste que começam em agosto deste ano, ou em outras atividades do calendário dos Jogos, como a chegada ao Rio da tocha olímpica, que deverá percorrer vários bairros da cidade.


       Em outro artigo do projeto de lei, a prefeitura pede autorização para restringir ou proibir o funcionamento do comércio próximo a instalações esportivas como forma de garantir a segurança dos atletas e do público, caso considere necessário. Assim como na proposta para os feriados, a regra valeria não apenas durante o período de competições. Se a medida for aprovada, os Jogos Olímpicos teriam mais restrições que a Copa do Mundo. Em 2014, bares e restaurantes nas imediações do estádio puderam funcionar, mas foi instituído um cinturão de “lei seca” e proibido o estacionamento no entorno do Maracanã nos dias de jogos.
        
       Na proposta apresentada ao legislativo, o prefeito pede aval para instituir preços diferenciados de pedágio na Linha Amarela e no corredor viário do BRT Transolímpico (Barra-Deodoro, em construção) durante o evento, para desestimular o uso das vias expressas. Paes pediu para que o texto seja analisado em regime de urgência — por isso, pode já ser votado em maio.

Matéria: Jornal O Globo

Torcedores terão transporte gratuito nas Olimpíadas

      Além dos detalhes da venda de ingressos para os Jogos Olímpicos, o Comitê Organizador Rio 2016 confirmou que todas as cidades-sede oferecerão transporte público gratuito para quem tiver ingressos para os Jogos.
     
Ônibus utilizado na Olimpíada de Pequim 2008
 
No Rio de Janeiro, já foi assinado o acordo que garante ônibus, trem e metrô para os Jogos, e agora a entidade trabalhar para organizar também os outros locais, que receberão as partidas de futebol masculino e feminino. São eles: Manaus, Salvador, Belo Horizonte, Brasília e São Paulo, mesmo que esta última não tenha sido oficializada.
     
A ideia é uma adaptação do que foi feito na Copa do Mundo, em que havia transporte especial para os torcedores. No entanto, em Belo Horizonte, os ônibus eram pagos e apenas passavam por um caminho exclusivo em direção ao Mineirão.
Fonte: Jornal O Tempo

Prefeitura do Rio decretará dois feriados para os Jogos Olímpicos de 2016

        A prefeitura do Rio de Janeiro decretará dois feriados para os Jogos Olímpicos de 2016: 5 de agosto, dia da cerimônia de abertura, no Maracanã, e 18 de agosto, quando será realizada uma prova de triatlo na cidade. E, para facilitar o tráfego e reduzir o número de usuários nos transportes públicos, o governo decidiu também alterar o calendário escolar. O período de férias dos alunos da rede municipal e estadual será de 25 de julho a 26 de agosto. Outra proposta que será sugerida e discutida com os partidos políticos e também com o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) será a proibição da veiculação de propaganda eleitoral gratuita no rádio e na TV. O objetivo é permitir a transmissão das provas e reservar espaço para os patrocinadores dos Jogos. Será proposta também a proibição do uso de propaganda de candidatos em vias públicas e propriedades privadas.

        — O primeiro dia será importante, pois todas as delegações e chefes de estado irão se deslocar para o Maracanã. Estamos falando de 15 mil atletas. E escolhemos a prova de triatlo para decretar o segundo feriado na cidade, pois é uma prova de rua que implicará grande esforço logístico, com o fechamento prolongado de vias de diversos bairros. Pelo percurso da prova, teremos de fechar a Rua Gastão Bahiana e o Corte do Cantagalo, em Copacabana, pelo período de duas horas, no horário do almoço, interrompendo 42 linhas de ônibus e impactando a Lagoa Rodrigo de Freitas, a Barra da Tijuca e o Túnel Rebouças — afirmou o secretário 
especial de Coordenação de Governo, Pedro Paulo Carvalho Teixeira.

        Entre outras propostas para facilitar a mobilidade no trânsito, está a redução de vagas de estacionamento pela cidade no período dos Jogos. Pedro Paulo informou que também está estimulando as empresas a adotarem uma série de medidas que contribuam para reduzir o deslocamento de funcionários durante as Olimpíadas:


        — O prefeito está conversando com empresários e solicitando que seja possível a instituição de home office (trabalho em casa), rodízio de funcionários, prestação de serviços em horários noturnos, além do incentivo a férias coletivas e a utilização de bicicletas. Uma das ideias que poderá exigir maior colaboração das empresas é a ampliação do horário de restrição ao transporte de carga, que passaria a ser feito das 6h às 21h.

Fonte: Jornal O Globo 

segunda-feira, 13 de abril de 2015

Ingresso das Olimpíadas Rio 2016

           Para conseguir os ingressos dos Jogos Olímpicos Rio 2016 serão necessárias cinco fases: Cadastro; Escolha das sessões que deseja assistir; Sorteio; Venda online e Bilheteria.
Site para venda de ingressos
            A primeira fase é a de cadastro, no site www.rio2016.com/ingressos. Onde temos as informações sobre programa de ingressos e dicas sobre como se planejar e adquirir entrada para os Jogos. A segunda fase é onde o espectador terá limite de 20 sessões, com restrição de 4 a 6 ingressos por sessão. Além dos requisitos: Ter mais de 18 anos e CPF, Residir no Brasil e possuir Cartão Visa.
           A próxima fase é de sorteio, teremos dois sorteios, que acontecerá de sessão a sessão, de forma aleatória, auditado por uma empresa independente. Os Vencedores receberão e-mail com quais ingressos ganharam e valor total a ser lançado no seu cartão. O resultado sairá em Junho de 2015. O segundo sorteio, terá participação exclusiva de quem participou do 1º sorteio, exceto quem já foi sorteado e não pagou. Os requisitos são os mesmos do 1º sorteio. O resultado sairá em Agosto de 2015 e quem não foi sorteado em junho tem prioridade.
      Em Outubro de 2015 começam as vendas online, com nova carga de ingressos, além dos não vendidos no sorteio. Mesmos Requisitos dos sorteios. A última fase é a de bilheteria, que começa em Junho de 2016. Teremos bilheterias nas quatro regiões de Jogos, com os ingressos restantes.O pagamento pode ser feito à vista e no cartão visa.
      A entrega dos ingressos começa a ser realizada a partir de Maio de 2016. O comprador tem a possibilidade de adquirir ingressos comemorativos para quem escolher a opção Sedex, tendo que pagar a taxa de conveniência, no valor de R$12. Ou então, tem a possibilidade de retirada nas bilheterias sem pagar a taxa de conveniência.
   
Alguns preços para finais no Rio 2016
      Mais informações no site: www.rio2016.com/ingressos




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Locais de competição Rio 2016

          Os locais de competição das Olimpíadas Rio 2016 foram divididos em quatro regiões: Barra, Maracanã, Deodoro e Copacabana.

Parque Olímpico da Barra
          Área da Barra: 

- Centro Olímpico de Treinamento: basquetebol, handebol, judô, lutas e taekwondo.
- Centro Olímpico de Hóquei: hóquei sobre a grama.
- Centro Olímpico de Tênis: tênis.
- Velódromo Olímpico do Rio: ciclismo de pista.
- Centro Aquático Maria Lenk: polo aquático e saltos ornamentais.
- Estádio Olímpico de Desportos Aquáticos: nado sincronizado e natação.
- Arena Olímpica do Rio: ginástica artística, ginástica rítmica e ginástica de trampolim.
- Riocentro: badminton, halterofilismo e tênis de mesa e boxe.
- Condomínio Reserva Uno: golfe.
Estádio do Maracanã e ginásio do Maracanãzinho

      Área do Maracanã:

- Estádio do Maracanã: cerimônias de abertura e encerramento e finais do futebol. 
- Estádio Olímpico Nilton Santos: competições de atletismo. 
- Praia de Copacabana: sede da maratona aquática, do voleibol de praia e do triatlo. 
- Ginásio do Maracanãzinho: voleibol.
- Sambódromo da Marquês de Sapucaí: tiro com arco e chegada da maratona.
- Estádio São Januário: rugby de sete.

Praia de Copacabana
     Área de Copacabana:

- Lagoa Rodrigo de Freitas: canoagem velocidade e remo.
- Praia de Copacabana: maratona aquática, voleibol de praia e triatlo.
- Marina da Glória: vela.
- Parque do Flamengo: ciclismo de estrada e marcha atlética.

     
     
      Área de Deodoro

- Centro Nacional de Hipismo: hipismo.
- Centro Nacional de Tiro: tiro esportivo.
- Parque do Pentatlo Moderno: pentatlo moderno.
- Arena de Deodoro: esgrima.

- Parque Radical: BMX, canoagem slalom e mountain bike.
Região de Deodoro