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quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Facom nas Olimpíadas recebe Thiago Aguiar para palestra sobre tênis!

Thiago, ao lado de Rafael Nadal, 9 vezes campeão de Roland Garros
O projeto Facom nas Olimpíadas recebe, nesta quinta-feira, o professor de tênis Thiago Aguiar. Dono e coordenador técnico da Arena Tênis Clube, Thiago já possui mais de 10 anos de experiência com o tênis.
A gravação da palestra acontece amanhã, às 14h, e será postada aqui no blog.

Mande suas perguntas!

terça-feira, 20 de outubro de 2015

Começa hoje venda direta de mais 2 milhões de ingressos para os Jogos


Depois de duas fases de sorteio, os Jogos Olímpicos de 2016 vão iniciar às 10h (de Brasília) desta terça-feira (20) a venda direta de ingressos. A nova etapa incluirá um contingente de 2 milhões de bilhetes (44% do total) e terá sessões que estavam esgotadas, como cerimônias de abertura e encerramento, prova final dos 100 m rasos e decisões de modalidades como basquete, handebol, futebol e tênis.
A fase de venda direta inclui 518 sessões – os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro têm um total de 694. Entre os ingressos disponíveis, 31% custam até R$ 70 e 51% serão comercializados por até R$ 100.
O processo de compra acontece no site www.rio2016.com/ingressos. O pagamento deve ser feito com um cartão de crédito, em até três vezes. Pessoas com mais de 60 anos e cadeirantes têm condições especiais em todos os ingressos. Para estudantes e pessoas com deficiência, a meia-entrada vale para a categoria mais barata.

Larissa é eleita a melhor jogadora de vôlei de praia do mundo em 2015

Larissa, aos 33, coleciona títulos na carreira
Campeã mundial, pan-americana e medalhista olímpica, Larissa França tem mais um título para colecionar no vôlei de praia. A brasileira foi eleita a melhor jogadora do mundo na modalidade em 2015.
O prêmio é concedido pela Federação Internacional de Vôlei de Praia (FIBV) e a votação é feita por juízes, jogadores e técnicos do circuito mundial. Para ser eleita a melhor jogadora de vôlei de praia do mundo, Larisa levou dois prêmios: atleta mais excepcional e com melhor jogo ofensivo.
"Esses prêmios são tão especiais pra mim porque o circuito mundial da FIBV reúne os melhores entre melhores jogadores do mundo jogando um contra o outro toda semana", afirmou a brasileira.
Larissa já havia levado o prêmio de melhor jogadora em 2006. Agora, além de ser considerada a melhor jogadora do mundo, Larissa viu sua atual parceira também ser premiada pela FIBV. Talita ganhou o prêmio de melhor atacante do ano.
"Vôlei de praia é um esporte de equipe e eu compartilho esses prêmios com Talita , que é um companheira de equipe tão incrível para mim. Juntas, nós ganhamos esses prêmios. A concorrência é feroz, mas quando estamos na quadra somos verdadeiramente uma força. Nosso objetivo é continuar assim até os Jogos Olímpicos no Rio em 2016", finalizou.
Entre as principais conquistas de Larissa, estão um título mundial de vôlei de praia em 2011, dois ouros pan-americanos e sete títulos brasileiros. Além disso, ela também conquistou sete etapas do circuito mundial de vôlei e uma medalha de bronze olímpica em 2012.

FONTE: Uol

terça-feira, 29 de setembro de 2015

Conheça Todos os Porta-Bandeiras do Brasil nas Olimpíadas



O Brasil disputou sua primeira Olimpíada em 1920, na Antuérpia, cidade belga. E Afrânio Antônio da Costa foi o primeiro brasileiro a carregar a bandeira nacional em uma cerimônia de Abertura. Para as Olimpíadas do Rio, em 2016, ainda não foi escolhido o porta-bandeira. Conheça todos os atletas que tiveram essa honraria!


Antuérpia 1920 - Afrânio Antônio da Costa (Tiro Esportivo) 
Paris 1924 - Alfredo Gomes (Atletismo) 
Los Angeles 1932 - Antonio Pereira Lira (Atletismo) 
Berlim 1936 - Sylvio de Magalhães Padilha (Atletismo) 
Londres 1948 - Sylvio de Magalhães Padilha (Atletismo) 
Helsinque 1952 - Mario Jorge da Fonseca Hermes (Basquete) 
Melbourne 1956 - Wilson Bombarda (Basquete) 
Roma 1960 - Adhemar Ferreira da Silva (Atletismo) 
Tóquio 1964 - Wlamir Marques (Basquete) 
Cidade do México 1968 - João Gonçalves Filho (Polo aquático) 
Munique 1972 - Luiz Cláudio Menon (Basquete) 
Montreal 1976 - João Carlos de Oliveira (Atletismo) 
Moscou 1980 - João Carlos de Oliveira (Atletismo) 
Los Angeles 1984 - Eduardo Souza Ramos (Vela) 
Seul 1988 - Walter Carmona (Judô) 
Barcelona 1992 - Aurélio Miguel (Judô) 
Atlanta 1996 - Joaquim Cruz (Atletismo) 
Sidney 2000 - Sandra Pires (Vôlei de praia) 
Atenas 2004 - Torben Grael (Vela) 
Pequim 2008 - Robert Scheidt (Vela)
Londres 2012 - Rodrigo Pessoa (Hipismo)

Em 2004, camisinha era tabu para o COB

Em matéria publicada em 20 de junho de 2004, no Jornal O Globo, Rogério Daflon destacava que o Comitê Olímpico Brasileiro decidiu retirar as camisinhas dos kits que seriam entregues aos atletas. A justificativa é que poderia causar constrangimento aos casados. A matéria você confere, na íntegra, abaixo.

Entidade decide tirar preservativos de kits que serão distribuídos aos atletas olímpicos

Numa atitude polêmica, o Comitê Olímpico Brasileiro (COB) resolveu tirar os preservativos do kit que todos os atletas receberão da Johnson & Johnson para as Olimpíadas de Atenas. Uma das justificativas da entidade mais comentada nos bastidores é o constrangimento que a inclusão da camisinha poderia causar aos homens e mulheres casados. Mas também foi levada em conta a preocupação com a imagem da delegação brasileira na Vila Olímpica.

Em nota enviada ao GLOBO pela assessoria de imprensa da entidade, o COB só admitiu o seguinte: "os preservativos vieram em um kit lacrado da Johnson. Quando isso foi percebido pelo COB, decidiu-se tirar esse item do kit, já que o mesmo é fornecido em larga escala pelo Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos a todos os habitantes da Vila Olímpica".

Os dirigentes do COB usaram como estratégia encobrir as razões da decisão. Transformaram assim um assunto trivial num tabu. Alguns atletas classificados para Atenas ficaram surpresos. Outros concordaram com a decisão. Foi o caso de Torben Grael, medalha de ouro nos Jogos de Atlanta-86, que afirmou que a divulgação de que o COB entregaria um kit com a inclusão de preservativo não somaria nada ao esporte e seria um assunto mais adequado a uma revista de fofoca.

- E pode dar a impressão de que a Vila Olímpica é uma orgia, o que não é verdade de jeito algum. Já basta o que foi divulgado na Austrália - disse Torben.

Nos Jogos de Sydney, em 2000, segundo a rádio australiana ABC, dez mil atletas que ocupavam a Vila Olímpica gastaram cerca de 50 mil preservativos. Seja como for, o velejador Marcelo Ferreira, parceiro de Torben na classe Star e na conquista do ouro em Atlanta, tem outra opinião.

- O fato de ter ou não a camisinha num kit não muda em nada a vida das pessoas. Isso é besteira. Outra coisa: fala-se muito que há orgias na Vila Olímpica. Nunca soube de uma. Isso é uma grande lenda - disse Marcelo.

Jogador da seleção brasileira de vôlei, Anderson mostrou-se contra a resolução do COB.

- A conscientização tem de ser total. Alguém pode se identificar com alguma pessoa e precisar da camisinha - disse o oposto.

Um dos maiores ídolos do time do técnico Bernardinho, o atacante Giovane tem outra visão:

- Não tem necessidade de ter camisinha. O namoro pode acontecer, mas a mente tem de estar voltada para as Olimpíadas.

Companheiro de seleção do atacante, Maurício levantou uma questão com pitada de bom humor:

- Uma camisinha em um kit não tem qualquer problema para alguém casado, que não vai usá-la. Mas pode fazer falta para os solteiros - disse ele, que é casado.

Item será tirado de 235 estojos

Helen Luz, da seleção brasileira feminina de basquete, também acha que o foco tem de ser total nas Olimpíadas. Mas não se incomodaria com a presença de preservativos no seu kit para Atenas:

- Meu casamento é bastante sólido e não se abalaria por causa disso. Isso não tem a menor importância para mim.

Após a exclusão da camisinha, o kit tem itens como solução bucal, esparadrapo, fio dental, creme hidratante, talco e cotonetes. Hoje, o COB guarda em um almoxarifado 235 kits, o número de atletas classificados atualmente para Atenas (119 homens e 116 mulheres). Medalha de ouro no vôlei de praia nos Jogos de Atlanta, Jacqueline Silva disse que hoje em dia a camisinha deve ser encarada como um item obrigatório a ser levado numa bolsa, assim como escova de dentes. A jogadora, porém, afirmou que compreende a atitude do COB.

- Entendo o lado do COB em relação à sua imagem na Vila Olímpica - disse a atleta. 


Fonte: Jornal O Globo.

segunda-feira, 21 de setembro de 2015

Futuro duvidoso para esporte brasileiro na Rio-2016

     A despeito do reforço de estímulo e de investimento provocados pela realização dos Jogos em casa, o Brasil tem, a menos de um ano para o início do evento, desempenho inferior ao que apresentava, nesta mesma época, em cinco dos nove esportes em que conquistou as 17 medalhas do país em Londres-2012. O Comitê Olímpico do Brasil (COB) trabalha com a meta ousada de ver atletas brasileiros no pódio por 30 vezes ao longo dos 18 dias de competição. Porém, o objetivo parece cada vez mais distante.
     O mais preocupante é o judô, que faturou quatro medalhas em Londres, uma delas de ouro, com Sarah Menezes, na categoria até 48 kg. Um ano antes, no Mundial de Paris, o Brasil obtivera seis medalhas, sendo três de prata e outras três de bronze. Neste ano, no Mundial de Astana, no Cazaquistão, o desempenho frustrou atletas e dirigentes: duas medalhas de bronze. No ciclo de Londres, metade dos atletas medalhistas no Mundial de 2011 ficaram entre os três primeiros nas Olimpíadas.
     — Acredito que dê para nós trabalharmos e sairmos dessa faixa de 50% (no mundial) para mais. No nosso caso, 50% de dois (Victor Penalber e Erika Miranda), seria um. Um só medalhista em 2016 seria algo muito ruim. Temos de contrariar esta estatística. Temos que evitar que eles se sintam inseguros, mas também é preciso deixá-los fora da zona de conforto — explicou o gestor de alto rendimento da Confederação Brasileira de Judô, Ney Wilson.
     Na outra ponta, a vela, que conquistou apenas um bronze em Londres, com Robert Scheidt, agora aparece com um desempenho melhor. De acordo com a Confederação Brasileira, aliás, um rendimento inédito: desde 2013, três títulos mundiais em três classes diferentes e quatro medalhas em uma única edição da Copa do Mundo de Vela, que ocorreu na França. Apesar disso, é preciso lembrar que houve só uma medalha brasileira na forte Regata Internacional de Vela, que serviu de evento-teste para os Jogos.
     — Os resultados ocorreram no auge da temporada. Existe uma demonstração de evolução técnica e de resultados da equipe, que se renovou e ainda mantém atletas mais experientes em alto nível. O Robert Scheidt e a Fernanda Oliveira ainda estão bem. Já a Patrícia Freitas é muito jovem — afirma Daniel Santiago, diretor técnico da confederação de vela.
     Se nos tradicionais carros-chefes de medalhas a situação é essa, nos que tiveram brilho pontual em Londres a situação é de constante para baixo. No boxe, que deu ao Brasil três medalhas em Londres, o desempenho também é pior. No Pan de Guadalajara, foram sete medalhas, cinco de bronze e duas de prata. Em Toronto, 2015, foram apenas duas de bronze. Outro revés é a ausência dos irmãos Esquiva e Yamaguchi Falcão, que se profissionalizaram.
     — Temos uma rapaziada boa. Em Londres, tínhamos um destaque, que era o Esquiva, e tivemos duas surpresas. O boxe é muito dinâmico. Muita coisa pode acontecer durante a competição — avalia o presidente da Confederação Brasileira de Boxe, Mauro Silva.

Natação de olho no ranking

     No caso da natação, embora tenha conquistado quatro medalhas no último mundial, em Kazan, na Rússia, o Brasil não faturou ouro e César Cielo foi para casa mais cedo com dores no ombro esquerdo, problema que pode atrapalhar tanto sua preparação quanto o próprio desempenho no Rio. Em 2011, Cielo faturou duas das três medalhas de ouro do país no Mundial. No entanto, Ricardo de Moura, gerente-executivo da Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos, acredita que o mais importante é ter o maior número de atletas entre os 10 melhores em cada categoria.

     Na ginástica, Arthur Zanetti, campeão olímpico de 2012, se mantém no topo. É campeão mundial e do Pan de Toronto-2015. No pentatlo moderno, Yane Marques, que superara as expectativas em 2012, foi ouro no Pan e bronze no Mundial. Está em quinto no ranking.
    — A conta final é a de que são cerca de oito atletas femininas que podem ganhar medalhas em 2016. Foi o que ocorreu antes de Londres-2012. Não há como dizer quem vai ser medalhista. Mas a Yane está no caminho certo — analisou o tenente-coronel Alexandre França, técnico de Yane.


Matéria: oglobo.globo.com

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Ágatha/Bárbara e Pedro/Evandro serão indicados para os Jogos

Evandro (esq.) e Pedro Solberg (dir.) (Imagem: Divulgação/FIVB)
Segundo o site globoesporte.com, as duplas Evandro e Pedro Solberg e Bárbara e Ágatha serão indicadas pela Confederação Brasileira de Vôlei para participar dos Jogos de 2016. Eles se juntarão a Alisson e Bruno Schmitd e Larissa e Talita, já garantidos pela pontuação no Circuito Mundial de Vôlei.
Em entrevista ao site, o diretor de Vôlei de praia da CBV, Fúlvio Danilas, explicou que essas vagas de indicação ficariam com os times que apresentassem "força máxima" ao longo da corrida olímpica. Os critérios avaliados seriam não só o desempenho e a posição no ranking, mas também as partes física e psicológica de cada equipe.
A dupla masculina deve deixar de fora os campeões olímpicos Ricardo e Emanuel. A dupla feminina vem de bons resultados no ano, especialmente o titulo mundial conquistado na Holanda, em Julho.

Ágatha e Bárbara na disputa do Rio Open, do qual foram vice-campeãs

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Palestra sobre judô com Jefferson Viana

O projeto FACOM nas Olimpíadas recebeu mais um convidado para falar sobre um esporte olímpico. Professor Jefferson Viana, da Academia Brasileira de Treinadores, explicou o judô, as mudanças nas regras e tirou dúvidas sobre essa modalidade tão tradicional e na qual o Brasil já conquistou muitas medalhas. A seguir, você confere a apresentação e os tópicos da palestra.



Saiba mais sobre...

- Arbitragem
- Placar eletrônico
- Local de competição
- O que o jornalista deve observar na cobertura
- Classificação para os Jogos Olímpicos
- Pontuação
- Saudações
- O Treinador
- Preparação psicológica
- Técnicas em pé
- Tempo de imobilização
- Tempo de luta
- Acontecem muitas "zebras"?
- Erros numa cobertura jornalística
- Torcida faz diferença?
- Penalidades
- Técnicas no solo
- Graduações
- Academia Brasileira de Treinadores
- Categorias
- Vestimenta
- Pesagem
- Gestos do árbitro

domingo, 12 de julho de 2015

I Olimpíada – Atenas 1896


119 anos nos separam dos jogos da I Olimpíada, que aconteceram em 1896, e também ficaram conhecidos como os primeiros Jogos da Era Moderna. Seus idealizadores decidiram realizar as competições em Atenas, afinal a Grécia é o berço dos Jogos da Antiguidade.
Alfréd Hájos, campeão olímpico de natação de 1896

O francês Pierre de Frédy, barão de Courbetin, que é mentor do movimento olímpico e fundador do Comitê Olímpico Internacional foi um idealizador dos renascimento dos Jogos tão conhecidos e reconhecidos da Grécia Antiga. O que levou 14 países à participar das competições que ocorreram em nove modalidades: tênis, atletismo, ciclismo, esgrima, ginástica, halterofilismo, luta, natação e tiros.

A cerimônia de abertura ocorreu dia 6 de abril, e a de encerramento no dia 15 do mesmo mês, e dos 14 países participantes, 10 deixaram a I Olimpíada com medalhas. Os Estados Unidos começaram a estabelecer a tradição de sempre levar para casa o maior número de medalhas de ouro quanto possível já nos primeiros Jogos, afinal conquistaram o primeiro lugar já em 1896. A Grécia, país-sede, conquistou o segundo maior número de medalhas de ouro, e o maior número de ranking geral, e coube o terceiro lugar à Alemanha no quadro de ouro. Países da  Europa, Oceania, América do Norte, e América do Sul participaram  da I Olimpíada: Alemanha; Austrália; Áustria; Bulgária; Chile, Dinamarca, Estados Unidos, França; Grã-Bretanha;  Grécia; Hungria; Itália; Suécia; Suíça.

O grego Spiridon Louis, vencedor da maratona 
O primeiros Jogos aconteceram com a participação de 241 atletas, um número consideravelmente pequeno se comparado ao esperado em 2016, que são mais de 10.500 pessoas, entre homens e mulheres. Uma curiosidade:levando em consideração que a participação de mulheres não foi permitida nessa primeira Olimpíada, Stamata Revithi, mãe de um menino de 17 meses, correu a maratona( mais de 42 quilômetros) um dia depois da realização da corrida oficial. Ela não foi autorizada à entrar no estádio para finalizar o percurso, mas terminou a prova em cinco horas e trinta minutos, contanto com testemunhas para verificarem seu tempo de execução.  Revithi pretendia apresentar as assinaturas das pessoas que a acompanharam durante o percurso ao Comitê Olímpico Helênico com a intenção de ser reconhecida como uma participante da maratona, mas nenhum relatório foi foi descoberto com essa confirmação.


Cabe acrescentar que os primeiros Jogos Olímpicos não contaram um pôster oficial, ou um mascote, mas a página da capa do relatório oficial é geralmente usada para referência aos Jogos da I Olimpíada com as datas 776-1896, a acrópole ao fundo e a mulher representando a deusa Atena conforme segue abaixo.



terça-feira, 7 de julho de 2015

Destaque internacional: Yelena Isinbayeva


Bicampeã Olímpica e recordista mundial, Isinbayeva é considerada a melhor saltadora com vara da história. No Rio, em 2016, participará pela última vez dos Jogos Olímpicos, aos 34 anos.
Nos Jogos Olímpicos de Verão de 2004 recebeu a medalha de ouro com um novo registro mundial (então 4,91 m). Foi eleita Atleta Feminina do Ano pelo IAAF três vezes (2004, 2005 e 2008) e atingiu 28 recordes mundiais. No dia 22 de Julho de 2005, tornou-se a primeira saltadora de vara feminina a saltar 5,00 metros.
Ela nunca escondeu de ninguém que quer desbancar o ucraniano Sergei Bubka, que superou 35 vezes a melhor marca da prova e ainda detém o recorde mundial. Para isso, no final de 2005 Isinbayeva deixou o técnico Ievguêni Trofimov, que a descobriu, e passou a treinar com Vitaly Petrov, antigo mentor de Bubka. Também deixou Volgogrado, sua terra natal, e passou a viver entre Monte Carlo e Formia, na Itália.
Em Pequim, 2008, conseguiu o segundo ouro olímpico, o que não conseguiu repetir em Londres 2012, quando ficou com o bronze por competir após longo tempo parado.

terça-feira, 30 de junho de 2015

Modalidades Olímpicas: Taekwondo

Arte marcial criada em 1958 na Coreia do Sul pelo general Choi Hong Hi, o taekwondo se tornou estreou em Olimpíadas nos Jogos de Seul 1988 como esporte de demonstração, quando não vale para o quadro de medalhas, e assim ficou nos Jogos de Barcelona 1992. Se tornou mesmo esporte Olímpico oficial em Sidney 2000.

A modalidade, que chegou ao Brasil no ano de 1970, tem a regra do uso de equipamentos de proteção para que não ocorram ferimentos em função dos golpes sofridos. A proteção ajuda a cabeça, tórax, região genital e pernas. Tudo isso é colocado junto com a vestimenta usada, que se chama dobok.

Disputa do Judô, com as proteções externas

As competições nos Jogos Olímpicos acontecem em quatro dias, com um dia para cada peso no masculino e feminino: no primeiro dia, peso mosca; segundo dia leve; terceiro dia com a disputa dos médios e encerrando no quarto dia com a luta dos pesados.
Todas as lutas acontecem no mesmo dia, com as disputas até a fase quartas de final acontecendo de manhã e início da tarde e as finais ocorrendo na noite.

Diogo Silva em ação nos Jogos de Londres 2012
A luta tem 3 rounds de 3 minutos cada e as tem como principais regras a não permissão de agarrar, chutar o rosto, atingir abaixo da linha de cintura ou empurrar adversários, sendo estas práticas causadoras de perdas de pontos. Vence a luta quem conseguir mais pontos no final ou um nocaute em qualquer momento da luta.


A arte marcial, assim como as outras, tem a separação dos atletas pelas faixas, que são obrigatórias em todas as lutas. E apenas na luta entre dois faixa pretas, chutes na cabeça são permitidos.
A roupa no Judô em competições tem os protetores eletrônicos (PSS) que contam com sensores que contabilizam os golpes dos atletas medindo também a força aplicada, elaborando a pontuação. Quando do não uso do sensor, a pontuação vem da arbitragem.

Medalhas Olímpicas:

A Coreia do Sul é o país com mais conquistas na modalidade com 8 medalhas de ouro e 14 no total, seguida pela China com 5 de ouro e 8 no total. Estados Unidos, Taipei, México e Irã contam com 2 medalhas de ouro em Olimpíadas. Com 1 medalha de ouro, Turquia, Espanha, Grécia, Cuba, Itália, Austrália, Grã-Bretanha, Argentina e Sérvia.

O Brasil tem uma medalha Olímpica, conquistada nos Jogos de Pequim 2008 com a lutadora Natália Falavigna, sendo a única medalha brasileira na modalidade em Jogos Olímpicos.
Natalia Falavigna no pódio com o bronze em Pequim 2008
Confira aqui a matéria da TV Globo com a trajetória da atleta brasileira nos Jogos Olímpicos de 2008


Modalidades Olímpicas: Marcha Atlética

A marcha atlética é uma das provas de atletismo que ocorrem nos Jogos Olímpicos e é a que tem a prova mais longa da atualidade com a prova dos 50 km masculino. Mas nem sempre foi assim...
A marcha atlética foi instituída como prova olímpica nos Jogos Olímpicos de Londres 1906 com as provas de 3500 metros masculina e de 10 milhas masculina. (na época, os Jogos foram em Londres e a contagem de distância foi em milhas).
Marcha Atlética no Pan de Guadalajara 2011
Já nos Jogos de Estolcomo 1912 a prova de 10 milhas foi substituída pela prova de 10 km e assim ficou por 3 Jogos, até Paris 1924.
Disputa dos 50km em Londres 2012
A prova da Marcha Atlética ficou de fora de uma edição dos Jogos, em Amsterdã 1928 e voltou em Los Angeles 1932 com uma diferença: a distância. De 10 km, a prova virou de 50km e aí se torna a prova mais longa do atletismo Olímpico.
Em 1948, nos Jogos de Londres, a prova voltou a ter duas versões, com a de 50km que vinha desde 1932 e também a volta da prova de 10km exatamente onde ela havia estreado. E ficou assim também em Helsinque 1952.

Elena Lashmanova (RUS) vence a Marcha Atlética em
Londres 2012 e quebra o recorde Mundial

Nos Jogos de Melbourne 1956, uma mudança: a prova de 10km dobra a distância e vira de 20km e assim se estabelece o que seria a Marcha Atlética até os dias atuais, exceção de Montreal 1976, onde apenas a prova de 50km foi disputada.


Em Atlanta 1996, as mulheres também entram na disputa da Marcha Atlética com a prova de 10km, em Sidney 2000 entra a prova de 20km e apenas essa fica a partir de Atenas 2004.



Qual a diferença da Marcha Atlética para uma prova de corrida normal?

Algumas diferenças norteiam essa pergunta, a primeira é a básica da prova de que o dedão do pé de trás (de apoio) não pode deixar o chão até que o calcanhar do pé da frente o toque, uma violação dessa regra tem o nome de "salto".
A segunda regra impõe que a perna de sustentação do atleta deve se esticar desde o ponto de contato com o solo e permanecer esticada até que o corpo do atleta passe à frente dela.

Essas regras são observadas por juízes que são posicionados em curvas do trajeto para monitorar a formação dos competidores e, quando três juízes indicam cartão vermelho por violações, isso exclui o atleta da corrida.
Há placas de orientação no trajeto que mostram quantos cartões vermelhos o atleta pode receber e os juízes podem avisar os competidores que eles estão correndo risco de desclassificação. Quando um atleta recebe sua terceira violação, o juiz o mostra uma placa vermelha, indicando sua exclusão.

Recordes:


Yohann Diniz quando quebrou o recorde dos 50 km
  • Mundiais
20 km Masculino - Yusuke Suzuki (Japão) - 1:16.36 em 15 de março de 2015.

20 km Feminino - Elena Lashmanova (Rússia) - 1:25.02 em 11 de agosto de 2012.

50 km Masculino - Yohann Diniz (França) - 3:32.33 em 15 de agosto de 2014


Elena Lashmanova em Londres 2012

  • Olímpicos

20 km Masculino - Chen Ding (China) - 1:18.46 em Londres 2012

20 km Feminino - Elena Lashmanova (Rússia) - 1:25.02 em Londres 2012

50 km Masculino - Sergei Kirdyapkin (Rússia) - 3:35.59 em Londres 2012





sexta-feira, 26 de junho de 2015

Modalidades Paralímpicas: Bocha

A bocha é uma modalidade que estreou em Jogos Paralímpicos em 1984 em Nova Iorque, nos Estados Unidos para atletas com paralisia cerebral.
Desta edição até Londres 2012, a modalidade não ficou de fora de nenhuma Paralimpíadas mais, sendo disputada em Seul 88, Barcelona 92, Atlanta 96, Sidney 2000, Atenas 2004, Pequim 2008 e a última edição e já está garantida nos Jogos Paralimpícos do Rio 2016.
Os jogos eram disputados apenas em forma individual ou em equipes até Barcelona 92.
Ginásio de Bocha Paralímpica
Apenas em Atlanta 96 foi incluído o jogo de duplas, porém, esta edição dos Jogos contou com uma mudança de regra: uma classe no individual e o jogo de duplas contaram com equipamento de auxílio; coisa que foi retirada da edição de Sidney pra frente.

As categorias até 1996 eram divididas em C1 e C2, de acordo com o auxílio que o atleta necessitava. E a partir dos Jogos Paralímpicos de 2000, as categorias passaram a ganhar outra nomenclatura: BC1, BC2 e BC3.
BC1 são os atletas que precisam de ajuda para posicionar suas cadeiras e podem receber a bola de outra pessoa; a BC2 são atletas que podem movimentar suas cadeiras sem auxílio; BC3 atletas com lesões graves que precisam de equipamentos ou assistentes para locomoção.
Nessa edição, os Jogos passaram a contar com categorias 1, 2 e 3 para as disputas individuais; 3 para duplas e 1 e 2 para a disputa em equipes.
Em Atenas 2004, houve a entrada da categoria BC4, que contempla os atletas com lesões graves porém que não precisam de assistência e daí pra frente o formato de competição não se alterou mais: Todas as quatro categorias disputam no individual, categorias BC1 e BC2 formam equipes para a disputa e as categorias BC3 e BC4 disputam também o jogo de duplas.
Disputa em Londres 2012 entre Brasil x Canadá



Forma de disputa de um jogo:
Antes de começar a partida, o árbitro tira na moeda (cara ou coroa) o direito de escolher se quer competir com as bolas de couro vermelhas ou azuis. O lado que escolhe as vermelhas inicia a disputa, jogando primeiro o jack e uma bola vermelha. Depois, é a vez da bola azul entrar em ação. A partir de então, os adversários se revezam a cada lance para ver quem consegue posicionar as bolas o mais perto possível do jack. As partidas ocorrem em quadras cobertas, planas e com demarcações no piso. A área do jogo mede 6m de largura por 12,5m de comprimento.
Para ganhar um ponto, o atleta tem de jogar a bola o mais próximo do jack. Caso este mesmo jogador tenha colocado outras esferas mais próximas do alvo, cada uma delas também vale um ponto. Se duas bolas de cores diferentes ficam à mesma distância da esfera branca, os dois lados recebem um ponto. Vence quem acumula a maior pontuação.
As partidas são divididas em ends, que só terminam após todas as bolas serem lançadas. Um limite de tempo é estabelecido por end, de acordo com o tipo de disputa. A contagem começa quando o árbitro indica quem fará o lance até quando a bola para. Nas competições individuais, são quatro ends e os atletas jogam seis esferas em cada um deles. Nas duplas, os confrontos têm quatro partes e cada atleta tem direito a três bolas por período. Quando a disputa é por trios, seis endscompõem as partidas. Neste caso, todos os jogadores têm direito a duas esferas por parte do jogo.

No quadro de medalhas, o Brasil está na quarta colocação com 5 ouros e 2 bronzes. O "pódio" fica com Portugal, Coreia do Sul (8 ouros) e Espanha (5 ouros). 

Para entender melhor o esporte, um vídeo feito pela ANDE - Associação Nacional de Desportos - sobre o esporte:



quinta-feira, 25 de junho de 2015

Destaques Internacionais: Teddy Riner

Crédito/imagem: welcomemagazine.fr

Um dos grandes atletas olímpicos da atualidade, o judoca francês Teddy Riner é o favorito ao ouro na categoria acima dos 100Kg, que seria seu segundo em Jogos Olímpicos. Com apenas 26 anos, Riner já possui sete títulos mundiais de judô na categoria dos pesos pesados, além de quatro títulos europeus, e duas medalhas olímpicas - um ouro em Londres 2012 e um bronze em Pequim 2008.
Grande rival do brasileiro Rafael Silva, Riner leva boa vantagem nos duelo diretos. São 7 vitórias em 7 lutas. No geral, a última vez que o francês perdeu uma luta foi em 2010. Desde então, soma 74 vitórias consecutivas.
Sobre os Jogos de 2016, Teddy falou o seguinte: "Se você é campeão olímpico, ótimo. Mostra a todos que você tem condições de ganhar. Mas a segunda vez é diferente: você mostra que é O campeão. É um desafio, um muito difícil, mas possível. No esporte, tudo é possível".